Cursos e eventos - 2025
Série de Palestras
Indigenismo e História da Arte: Um Debate
Dias 27/9, 03/09, 10/09, 01/10, 08/10, 15/10 e 22/10
Inscrições e informações - extensaomac@usp.br
27AGO | 16 – 17 hs
Morgan Labar, Université de Lyon
Arts contemporains autochtones et monde(s) de l’art de globalisé
(...)
Arts contemporains autochtones et monde(s) de l’art de globalisé
Morgan Labar, Université de Lyon
Nesta apresentação, Morgan Labar revive o seminário de cinco anos "Indigenidade, Hibridez, Antropofagia", iniciado na École Normale Supérieure (Paris), e a evolução do lugar das práticas indígenas no cenário artístico contemporâneo global durante esses anos (2019-2025).
Os termos "indigenidade", "hibridez" e "antropofagia" são usados em conjunto para questionar,
(...)
Francisco Laso entre dois mundos
Natalia Majluf, Pesquisadora Independente, México
Inventando o Indianismo: A Imagem do Peru Moderno de Francisco Laso, de Natalia Majluf, oferece uma profunda reavaliação da formação da identidade peruana moderna a partir de uma imagem emblemática: a icônica pintura Habitante das Terras Altas do Peru (1855), de Francisco Laso. Entrelaçando fontes visuais, literárias e políticas, Majluf investiga como e (...)
Entre o olhar europeu e o traço indígena: os artistas da Expedição Botânica de Mutis e as mestiçagens visuais no Reino de Nova Granada
Juan Ricardo Marquez, UNTREF, Argentina. (online)
A pesquisa de Juan Ricardo Márquez examina a produção artística vinculada à Real Expedição Botânica do Novo Reino de Granada (1783–1816), liderada por José Celestino Mutis, destacando o papel central de desenhistas mestiços e indígenas na documentação científica da flora local. Esses artistas, frequentemente invisibilizados na historiografia, atuaram co (...)
Corpos de fronteira: mulheres brancas cativas na pintura sul-americana do século XIX
Josefina de la Maza, pesquisadora independente. (online)
Na sua investigação, Josefina de la Maza analisa representações de mulheres brancas cativas na pintura sul-americana oitocentista, explorando como essas imagens condensam ansiedades políticas, raciais e de gênero em contextos marcados por conflitos fronteiriços e pela expansão territorial. Entre os exemplos discutidos estão Elisa Bravo Jaramillo (...)
O tropo do “índigena morto” na pintura brasileira do século XIX
Fábio D’Almeida, IA-UNICAMP. (online)
A partir de seu artigo “Découvrir le corps mort de l’Indigène” (2021), Fábio D’Almeida examina a recorrência do corpo indígena morto como motivo visual na pintura brasileira oitocentista, analisando-o como tropo central na construção de uma narrativa histórica e nacional. Essas representações — que vão de cenas de batalha a composições alegóricas — configuram o co (...)
Sem pedestal: racismo científico na escultura do século XIX
Carolina Vanegas Carrasco, UNSAM /Tarea, Argentina. (online)
Na palestra, Carolina Vanegas Carrasco examina como a escultura do século XIX incorporou e difundiu ideologias racialistas e evolucionistas associadas ao chamado “racismo científico”. A partir da análise de monumentos, bustos e estatuária pública e museológica, Vanegas investiga como artistas, patronos e instituições articularam formas visuai (...)
O indígena, o caboclo, o caipira: imagens e ideologias na pintura paulista do final do século XIX
Fernanda Pitta, MAC USP
Tomando como ponto de partida a pintura O derrubador brasileiro (1879), de José Ferraz de Almeida Júnior, a palestra examina as relações entre as figuras do indígena, do caboclo e do caipira na cultura visual paulista do final do século XIX. A partir de pesquisas anteriores (PITTA, 2017; 2025), argumenta-se que essas representações operam uma transposição simbólica: o “índio acu (...)
Exposições de acervos – desafios para os museus de arte contemporânea
17/05 (sábado) – 10 às 13 horas
Marie Fraser (Universidade do Quebéc - Montreal)
Os acervos são resilientes?
Jérôme Glicenstein (AIAC-Universidade Paris 8)
Questões éticas postas aos a
(...)
Marie Fraser (Universidade do Quebéc - Montreal)
Os acervos são resilientes?
Podemos conceber os acervos como um meio resiliente, capaz de resistir, adaptar-se e regenerar-se? Contrariamente à concepção moderna que os considera fixos e imutáveis, esta conferência propõe mostrar que os acervos são dinâmicos, imprevisíveis e possuem propriedades comparáveis às de um ecossistema vivo. Para compreender esse potencial de resiliência, é ne (...)
Jérôme Glicenstein (AIAC-Universidade Paris 8)
Questões éticas postas aos acervos de arte hoje: o caso da Manchester Art Gallery
Nos últimos anos, as questões éticas têm ganhado cada vez mais espaço nos debates públicos, o que tem implicações importantes para os museus. Diversos códigos deontológicos têm sido propostos, os quais destacam aspectos relacionados à gestão, aquisições, à relação dos museus com suas coleções e seus públi (...)
Helouise Costa (MAC/PGEHA USP)
Reinvenções de um acervo: um percurso visual pelas exposições do MAC USP
A história das exposições, como ferramenta de revisão histórica e crítica institucional, será abordada a partir do estudo de caso específico do MAC USP. Serão apresentados os primeiros resultados do levantamento das exposições de acervo do museu, realizadas na gestão de Walter Zanini (1963-1978), por meio da análi (...)
Mesa redonda
Materialidade e Gestualidade na Escultura de Felícia Leirner
15 de maio, 17h30 às 20 horas
Com a presença de especialistas em arte, curadoria e conservação, o encontro marca a abertura da exposição virtual Materialidade e Gestualidade na Escultura de Felícia Leirner, que investiga os processos criativos da artista, as técnicas escultóricas empregadas, os desafios de conserva
(...)
Arte e Memória em transformação – Práticas artísticas e heranças vivas
Fernanda Pitta (Pesquisadora Principal Decay / MAC USP)
Bruno Moreschi (Pesquisador Decay / MAC USP)
Francy Baniwa (Pós-Doutoranda Decay / MAC USP)
22 a 25 de abril / 2025
O tema central do evento é a ideia de que é necessário decodificar as noções de decaimento (decay) dos museus, para que as transformações nos processos de transmissão cultural sejam compreendidas para além d (...)
Tempos Estranhos, Histórias Familiares
Narrativas Curatoriais do Estranho no Século XXI
Anneleen Masschelein, professora de Estudos Literários e Culturais na Universidade de Leuven (Bélgica) e diretora do programa de mestrado em Estudos Culturais.
11 de abril, 19 horas
Ministrado em inglês com tradução consecutiva
A palestra pretende discutir as maneiras pelas quais o conceito de “estranho familiar” (...)
Pensar através de expor
Um estudo de caso sobre como curar uma arte “adormecida” (Coleções)
Laurens Dhaenens, professor e pesquisador da LUCA School of Arts e bolsista sênior de pós-doutorado do Flemish Research Fund FWO na Universidade de Leuven (Bélgica).
10 de abril, 10 às 13 horas
Ministrado em inglês
O workshop oferece uma introdução às práticas curatoriais por meio de uma tarefa (...)
Lançamento do Catálogo Tempos Fraturados
10 de abril, 19 horas
Lançamento do livro organizado por Ana Magalhães, Helouise Costa e Marta Bogéa sobre a exposição de longa duração do acervo do MAC USP, Tempos Fraturados.
Às 18 horas acontece uma conversa no auditório do Museu, seguida de sessão de autógrafos. A livraria permanecerá aberta até as 20 horas.