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Primeiro
grupo do Expressionismo Alemão, A Ponte/Die Brücke teve
origem quando quatro estudantes de arquitetura exibiram, a partir de 1905,
suas telas numa fábrica de lâmpadas na Berlinstrasse, em Dresden,
com uma nova e ousada forma de pintura expressionista. Inspirando-se na
força visceral da Arte da África e da Oceania, os artistas
- Ernst-Ludwig Kirchner, Karl Schmidt-Rottluff,
Fritz Bleyl e Erich Heckel - declararam suas obras uma "ponte para o futuro".
Em 1906, ingressaram nele Emil Nolde e o suíço Cuno Amiet; depois, no mesmo ano, Max Pechstein e o finlandês Axel Gallén. O último a tomar parte foi Otto Müller, em 1910, um pouco antes do grupo mudar suas instalações para Berlim. |
| Poucos
anos antes, o grupo sofrera algumas cisões - Nolde saíra
em 1907, Bleyl em 1909, Pechstein em 1912.
O
significado do Die Brücke para a Alemanha é o equivalente
contemporâneo do Fauvismo francês. Como os fauves,
extraíram seus temas diretamente da natureza e se opuseram à
abstração, além de terem feito uma opção
pelas cores puras, ácidas - verdes e vermelhas.
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| Expressionism
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Movements of a Modern Art Frank Whitford p.34 fig.28 Ernst Ludwig Kirchner, 1906 Xilogravura |
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| Expressionism
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Movements of a Modern Art Frank Whitford p.41 fig.35 Ernst Ludwig Kirchner, s/d Xilogravura |
Movements of a Modern Art Frank Whitford p.32 fig.26 Ponte Augustus, Dresden, 1904 |
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| Expressionism
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Movements of a Modern Art Frank Whitford p.126 fig.144 Karl Schmidt - Rottluff, 1909 Xilogravura |
Expressionism
- Movements of a Modern Art
Frank Whitford p.65 fig.65 Max Pechstein,1909 (Schmidt-Rottluff Heckel, Kirchner, Pechstein) Xilogravura |
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