1887 - Hannover, Alemanha 
1948 - Ambleside, Inglaterra 
 
Fundador da Casa Merz e irradiador do Dada em Hannover, foi rejeitado ao tentar reunir-se ao Grupo de Berlim. Schwitters tratou a arte como formulação do desenvolvimento único do homem, a síntese de uma visão particular, no sentido de uma revolução de uso de materiais e meios. De forma totalmente anti-convencional. Seus quadros eram construídos com restos de material ou mesmo lixo, cordas, papéis usados: como passagens, rótulos, restos de embalagens; recolhidos nas ruas. Todos os elementos eram pregados ou colados nos quadros, sobre os quais fazia intervenções em pintura e poesia.
Pintor, escultor e poeta, estudou na Academia de Dresden em 1908 e na de Berlim, de 1909 a 1914. Em 1917, aproxima-se do Grupo Der Sturm/A Tempestade de Berlim. A partir de 18, começou a fazer trabalhos abstratos e em 1919, realizou a primeira pintura com o título de Merz, dando início ao movimento.
O termo surgiu quando Schwitters resolve colar no centro de sua pintura um pedaço de papel que trazia propaganda do Kommerz-und-Privatbank. Em 1920, conheceu Hans Arp e Raoul Hausmann e com a ajuda destes fundou a casa Merz, em Hannover. 
Entre 1922 e 23, participou da "campanha DADA" na Holanda, e na mesma época, começou a publicação da revista MERZ, que iria até 1932. Neste ano, participou do Grupo Abstaction/Création em Paris. Perseguido pelos nazistas mudou-se para a Noruega em 1937, quando funda a segunda casa Merz. Em 1940, com a invasão das tropas alemãs na Noruega, Schwitters fugiu para a Inglaterra, onde viveu seus últimos anos em Ambleside.
Para Schwitters, o Dada levava um tipo de propaganda contra a cultura burguesa. Quando estudava em Dresden, Schwitters conheceu Wassily Kandinsky e teve sua primeira participação nas artes dentro das correntes expressionistas. Apenas um pouco mais tarde, tomaria parte nas atividades do Dada.
 
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