1895 - Florença, Itália
1971 - Saint-Tropez, França
Pintor exemplar, fez de tema central de seus trabalhos a busca pelo passado, o elogio à tradição, contrariamente à maioria dos artistas das vanguardas do século XX, que buscavam romper tanto com o passado, como com a tradição.
Nascido em Florença, foi criado com a presença exclusiva da mãe, o que lhe provocou um grande fascínio pelo universo feminino, visível em sua obra.
Trabalhou como jornalista em Milão, sendo enviado especial do 'Corriere della Sera'. Prestou serviço militar na I Guerra. 
Ao retornar, em 1919, sua inclinação pela pintura se manifesta de forma incisiva, começando a pintar como autodidata. Decidido a buscar novo cenário para desenvolver sua arte, instala-se em Paris, neste mesmo ano, onde vai realmente encontrar as bases para a criação de seu estilo pessoal.
Durante a década de trinta, foi encarregado de fazer murais para várias instituições na Itália, entre elas, a Universidade de Pádua. Na década de quarenta, Campigli passou a morar em Milão. Representado em muitas coleções públicas da Europa e da América, foi talvez o pintor italiano mais reconhecido internacionalmente, em seu tempo. 
A pintura de Campigli teve, pode-se dizer, duas fases. Uma próxima da pintura de Pablo Picasso, e das formas cilíndricas de Fernand Léger, em 1920. Outra seria aquela em que ele, fascinado pela arte antiga, principalmente, pela arte estrusca e de Pompéia, desenvolve, de forma sutil, um diálogo entre elementos antigos e modernos que se combinam na sua pintura. 
 
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