Hervé Fischer
Paris, França, 1941
Dedicado à investigação sobre a sociologia da cor, ministra aulas de sociologia da comunicação e da cultura na Sorbonne. Simultaneamente às atividades como professor, fixa uma trajetória artística, envolvendo-se, particularmente, com as multimídias. Em 1971, é considerado o criador da “arte sociológica”, iniciando projetos com a participação de veículos de comunicação de massa. Em 1976, participa da Bienal de Veneza e em 1981 e 1982, marca presença na Bienal de São Paulo e Documenta de Kassel, respectivamente, além de diversas exposições individuais. Em 1985, organiza o Programa Marco Pólo , projeto que envolve escritores da África, Europa e Canadá. No mesmo ano, é co-fundador e vice-presidente da Cite des Arts et Des Nouvelles Tecnologias de Montreal (Canadá). Em 1986, torna-se co-fundador do Infographie Canadá . Em 1990, dá início ao Tèléscience Festival e em 1993, ao Multimedia Mercado Internacional e a Ciência Pour Tous – uma rede de instituições de ciência e tecnologia, na qual é presidente. Em 1999, ingressa na Martin International , como vice-presidente da Federação Internacional das Associações Multimedia (FIAM). É membro dos Conselhos de Diretores de diversas sociedades, incluindo La Société de Développement de Montréal.
Higienização da Arte é a seqüência inicial de seu trabalho revisor do fazer artístico, negação da arte enquanto expressão do belo; afirmação de novos rumos concretizada em Farmácia Fischer , distribuição de pílulas fictícias, remédio para as (in)disposições correntes da pessoa.
Alecsandra Mathias de Oliveira