English

>>Acesse o Ambiente Virtual da exposição<<

 

MAC USP Cidade Universitária
Rua da Praça do Relógio, 160
Cidade Universitária
CEP 05508-050
São Paulo-SP, Brasil

Horário de funcionamento:
Terças e Quintas das 10h às 20h
Quartas e Sexta à domingo, 10h às 18h
Segundas: fechado

Informações e agendamento: 55 11 3091-3039
Imprensa: 55 11 3091-3018

Mais informações:
http://www.mac.usp.br
MAC no Facebook
MAC no Twitter

 

 

 

© 2013 Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo


Classicismo, Realismo, Vanguarda: Pintura Italiana no Entreguerras

Apresentação
Tadeu Chiarelli, diretor

Um dos índices que singularizam um museu universitário é que as preocupações com o seu acervo não ficam restritas à conservação e à exibição das peças que o compõem. Na verdade, nos interstícios desses dois processos tão importantes, existe outro igualmente fundamental: a pesquisa. É o estudo exaustivo das obras que o conformam, as investigações que envolvem a análise, não apenas formal e/ou estilística, mas também física das peças, os meandros de suas histórias pregressas e os mecanismos que as fizeram ingressar no acervo que irão imprimir a sua relevância.

Tais estudos metódicos, aprofundados, quando coroados de êxito, alcançam o fim último da necessidade de conservar, pesquisar e exibir os acervos públicos: permitem que, por meio deles, a sociedade possa reconhecer a si mesma.

Neste sentido, a exposição Classicismo, Realismo, Vanguarda: Pintura Italiana no Entreguerras cumpre todos os seus objetivos. Ela é o resultado de meticulosos estudos realizados pela curadora Ana Gonçalves Magalhães e sua equipe de estudantes sobre a significativa coleção de pinturas italianas do período entreguerras, pertencentes ao acervo do MAC USP.

Ao refletir sobre as particularidades físicas das obras que compõem a coleção, as singularidades formais da mesma e o projeto que estava por trás de sua aquisição por Ciccillo Matarazzo e Yolanda Penteado, a mostra extrapola os limites da própria história do acervo do MAC USP. E tal situação ocorre porque a exposição aponta para a necessidade de uma revisão profunda da historiografia sobre os modernismos no Brasil, problema fundamental para que possamos entender o que, de fato, desejávamos para o Brasil nos anos 1940/50 (período de formação da coleção ora exibida) e o que o país vem se tornando hoje.

 

Início